inova.jor

inova.jor

Como o tablet com teclado destacável pode salvar o mercado de PCs

Surface, da Microsoft, definiu categoria de tablet com tela destacável
Surface, da Microsoft, definiu categoria de tablet com tela destacável / Mark Von Holden/Divulgação

Já faz um tempo que a venda de PCs vai mal. No ano passado, foram comercializadas 276,2 milhões de unidades em todo o mundo, uma queda de 10,5% sobre 2014, segundo a consultoria IDC. O mercado fechou abaixo de 300 milhões de unidades pela primeira vez desde 2008 e a queda foi a maior da história.

Apesar disso, os tablets com teclados destacáveis, como o Surface, da Microsoft, registraram alta no ano passado, mesmo a partir de uma base pequena. Eles não foram incluídos no total de vendas de PCs. Se as vendas desse tipo de máquina fossem somadas aos PCs,  a queda anual teria sido de 7,5%, no lugar de 10,5%.

Para este ano, a IDC prevê que o mercado de PCs vai diminuir 3,1%, sem os tablets com tela destacável. Com eles, o crescimento deve ficar entre 1% e 2%.

A Microsoft lançou o Surface em 2012, como uma forma de incentivar os fabricantes de PCs a lançarem equipamentos mais interessantes, principalmente para o mercado corporativo. Deu certo, pois empresas como HP, Dell e Asus colocaram no mercado dispositivos parecidos. Até a Apple seguiu o modelo, com seu iPad Pro.

É um formato que permite ao tablet substituir de verdade o microcomputador, principalmente para pessoas que precisam escrever textos, elaborar planilhas e criar apresentações.

Na semana passada, durante a CES 2016, feira de eletrônicos de Las Vegas, o principal lançamento de computador da Samsung foi um tablet com teclado destacável.

No ano fiscal encerrado em 30 de junho de 2015, a Microsoft registrou faturamento de US$ 888 milhões com a linha Surface, um avanço de 117% sobre o ano anterior.

Ranking

A chinesa Lenovo continuou em primeiro lugar entre os fabricantes de PCs em 2015, alcançando uma participação de mercado de 20,7%. Em segundo lugar, ficou a HP (19,4%), seguida da Dell (14,1%), Apple (7,5%) e da Acer (7,15%).

 

Comentários

comentários

Publicações relacionadas

Stefanini afirma que outros países não fazem diferença entre atividade meio e atividade fim na terceirização / Renato Cruz/inova.jor

Stefanini: ‘Terceirização traz investimento e crescimento’

A Stefanini é uma empresa brasileira de tecnologia da informação que atua em 39 países. No Brasil, emprega 12 mil funcionários. O inova.jor conversou com Marco Stefanini, presidente global e fundador do grupo que leva seu nome, sobre a projeto de lei de terceirização aprovado ontem (22/3) pela Câmara. O[…]

Leia mais »
Entre as aplicações de IoT no agronegócio está a vaca conectada / Divulgação

Futurecom: Internet das coisas avança no agronegócio

A adoção da internet das coisas (IoT, na sigla em inglês) no campo foi um dos destaques do Futurecom deste ano. O evento realizado na semana passada trouxe casos concretos de aplicação da tecnologia no agronegócio. A TIM anunciou uma parceria com a SLC Agrícola, para cobertura com comunicações móveis[…]

Leia mais »

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *