inova.jor

inova.jor

Estácio apoia o desenvolvimento de startups

Estácio: A mentoria e workshops são realizadas em auditórios e salas de reunião do coworking / Divulgação
A mentoria e os workshops são realizados em auditórios e salas de reunião do coworking / Divulgação

RIO

A Universidade Estácio busca startups. Seu programa de pré-aceleração Startup Nave, que está na quinta edição, oferece mentoria, workshops e espaço de coworking, de forma gratuita e sem a necessidade de ceder parte da empresa no fim do processo.

O coworking fica a poucos metros do Museu do Amanhã, novo local para exposição de obras de artes contemporâneas no Rio de Janeiro. O espaço destinado aos encontros da Nave é formado por um acervo especial, composto de bancos modernos feitos com dobraduras especiais de papelão, jogos da década de 1990 e uma bateria para a melhor performance durante uma partida de Guitar Hero.

É nesse cenário colorido e despojado que as startups recebem treinamento. “O aprendizado deles é feito com base em games, mas se eles não corresponderem às metas que estabelecemos no começo do projeto, eles são eliminados no decorrer das fases”, explica Lindália Reis, diretora de inovação da Estácio.

Da turma de 20 startups do primeiro semestre deste ano, somente 11 chegaram ao final do projeto. Dentre os finalistas, apenas sete estavam prontas para a apresentação de suas startups no Demoday, realizado ontem (9/6) no Rio de Janeiro.

Alunos e ex-alunos

Para a turma do segundo semestre, centenas de startups já se inscreveram. Para Reis, o sucesso na procura está relacionado a proposta do projeto.

“Ao contrário das aceleradoras, a Nave não é uma investidora que quer um percentual da empresa. Nós preparamos as startups para essa nova fase de investimentos. Aqui estamos focados em desenvolver o mercado para os nossos alunos e por isso não exigimos nada em troca”, diz a diretora de inovação.

O foco no aluno é visto desde o início do processo. Isso porque para poder se inscrever a startup precisa ter pelo menos um aluno ou ex-aluno da Estácio na equipe.

“O processo decisivo na hora de escolher a startup está no vídeo de um minutos que pedimos para gravar e nos enviar. Nele, o empreendedor precisa nos convencer que ele tem o perfil de líder e que não irá se abalar com os processos. Nós vemos mais o perfil dos membros da equipe do que a ideia propriamente dita”, explica.

As inscrições estão abertas no site até o dia 22. Startups de todo o País podem participar do projeto.

  • A jornalista viajou a convite da Estácio
Lindália Reis, diretora de inovação da Estácio é a coordenadora do projeto / Divulgação
Lindália Reis, diretora de inovação da Estácio, é a coordenadora do projeto / Divulgação

Comentários

comentários

Publicações relacionadas

Fintechs: A Magnetis oferece planejamento de investimentos / Divulgação

Como as fintechs tornam o investimento mais acessível

Antes de criar a Magnetis, Luciano Tavares atuou por quase duas décadas como gestor de investimentos. Ao fundar a startup, sua ideia foi oferecer, a um público amplo, o planejamento financeiro que normalmente era restrito a quem tem muito dinheiro. A Magnetis é uma das fintechs (empresas de tecnologia que oferecem serviços financeiros)[…]

Leia mais »

Startup aplica aprendizado de máquina à energia eólica

O mercado brasileiro de energia eólica completou dez anos em 2016. Apesar de recente, esse tipo de energia renovável tem atraído investidores interessados em mudar o panorama da energia no País. Criada no início do ano, a Delfos Predictive Maintenance é uma das apostas para transformar o setor. A startup[…]

Leia mais »

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Bitnami