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Startup aposta em reparos domésticos feitos por mulheres

Não é fácil encontrar o contato de mulheres que prestem serviços de reparos domésticos / royalty free/Creative Commons
Não é fácil encontrar o contato de mulheres que prestem serviços de reparos domésticos / royalty free/Creative Commons

Tem aumentado a procura por mulheres que prestem serviços de reparos domésticos. Com medo de receber orçamentos inflados ou de sofrer assédio durante a visita de um profissional, o público feminino começa a dar preferência a prestadoras de serviços.

Mas nem sempre é fácil encontrar o contato de mulheres disponíveis para realizar atividades como instalação de ar condicionado, montagem de móveis e reparos hidráulicos e elétricos.

Foi com base nessa necessidade que a BemCombinado incorporou à sua plataforma de contratação de serviços domésticos a Manas à Obra, especializada em mão de obra feminina qualificada.

No site da BemCombinado, o cliente pode escolher se quer ser atendido por uma profissional mulher. A empresa é responsável pelo agendamento, processo de pagamento e garantia do serviço.  Os contratos são executados em até 24 horas.

Rodrigo Thedin, diretor de marketing e cofundador da BemCombinado, afirma que a equipe conta com 10 profissionais femininas de manutenção e mais equipe de obra, mas a ideia é ampliar esse número, de acordo com a procura.

Desde o início da operação, a opção pelo atendimento feminino foi feita em quatro a cada dez pedidos.

“Muitas mulheres, cisgêneras ou transgêneras, se sentem seguras ao serem atendidas por outras mulheres, e o mesmo ocorre com gays e lésbicas. Identificamos a necessidade de fazer parceria com empresas inclusivas, já que o setor ainda é, de certa forma, composto principalmente por homens”, comenta Thedin.

Quebra de barreiras

A BemCombinado não divulga números, mas Thedin afirma que o crescimento da empresa está em 20% ao mês. O negócio recebeu um aporte de US$ 25 mil da Porto Seguro, após passar por um processo de aceleração na Oxigênio, e os sócios fundadores investiram outros R$ 55 mil.

“Não podemos, em pleno século 21, aceitar que haja qualquer tipo de preconceito e a Manas à Obra vêm para nos ajudar nesse quesito”, diz o executivo.

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