inova.jor

inova.jor

Como combater a desinformação na internet

Martinhão (c.) e Amadeu (d.) falam sobre o combater a desinformação / Renato Cruz/inova.jor
Martinhão (c.) e Amadeu (d.) falam sobre o combater a desinformação / Renato Cruz/inova.jor

 

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) lançou, na semana passada, o guia Internet, democracia e eleições (disponível para download gratuito).

Resultado de debates com especialistas, a publicação busca incentivar o combate à desinformação, servindo como referência a gestores públicos, empresas e cidadãos.

“As pessoas precisam desconfiar do que é espetacular, mesmo que corrobore sua visão de mundo”, afirma Sergio Amadeu, conselheiro do CGI.br e coordenador do Grupo de Trabalho Internet e Eleições.

Ele ressalta a importância de separar opinião de fato: “Não use a mentira para reforçar sua opinião”.

“Queremos contribuir para que as melhores práticas sejam divulgadas”, diz Maximiliano Martinhão, coordenador do CGI.br. “A internet tem sido usada para disseminar fake news (notícias falsas), o que hoje é chamado de desinformação de massa.”

O que fazer

Neste ano eleitoral, o guia traz seis dicas para o usuário se proteger da desinformação:

  1. Desconfie de títulos bombásticos: uma prática comum de desinformação é a veiculação de títulos escandalosos que distorcem conteúdos antigos ou pouco relevantes;
  2. Pense antes de clicar: observe a fonte antes de clicar, pois algumas páginas podem ser criadas para obter dados específicos sobre você ou até mesmo atacar seu computador;
  3. Verifique as fontes: caso a informação seja verdadeira, você provavelmente a encontrará em veículos conhecidos;
  4. Duvide de informações compartilhadas sem referências: quando receber alguma mensagem sem referências ou fontes, pergunte à pessoa que a enviou como ela recebeu tal mensagem ou busque online se há registro da informação em veículo de sua confiança.
  5. Na dúvida, não compartilhe: a não ser que tenha plena confiança na fonte, não compartilhe uma informação sem verificar.
  6. Não se cale: muitas plataformas possuem canais nos quais você pode denunciar conteúdos que considere abusivos ou desinformativos; não hesite em utilizá-los.

Publicações relacionadas

Setor de tecnologia precisa de mais mulheres

As mulheres ainda são minoria no mercado de tecnologia do mundo inteiro. Elas ocupam apenas 24% dos postos de trabalho em empresas de tecnologia de todo o mundo, segundo dados da CompTIA, associação do setor de Tecnologia da Informação (TI). A disparidade aumenta em cargos de liderança, onde as mulheres[…]

Leia mais »
No ano passado, as mulheres já eram 40% da força de trabalho da Accenture / Divulgação

Accenture quer 50% de mulheres na força de trabalho até 2025

A Accenture tem como objetivo chegar a 2025 com metade de sua força de trabalho formada por mulheres. Atualmente, a empresa emprega 150 mil mulheres, o que corresponde a quase 40% de sua força de trabalho global. No ano passado, as mulheres já foram 40% das contratações da consultoria e[…]

Leia mais »